Marcação Tática
Pré-Temporada: Internacional
18 janeiro, 2019
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No futebol, em geral, o inimigo mora ao lado. Mas muitas vezes os bons exemplos também. Depois de cair em desgraça e jogar a segunda divisão, o Internacional parece ter percebido seus erros e faz como o rival para competir em um mercado desigual. Planejamento, pés no chão e sequência.

Foi assim em 2018 quando o time conseguiu em determinado momento brigar pelo título nacional mesmo nunca estando entre os favoritos. Odair Hellman começou mal o ano, viu o trabalho passar por momentos difíceis, mas contou com a confiança da diretoria no planejamento para entregar um bom resultado. Como deve ser.

Para a nova temporada, sem reforços expressivos, a ideia é a mesma. Manutenção de uma ideia de jogo, linha de trabalho e de boa parte do grupo de jogadores. Tem tudo para funcionar ainda melhor. Principalmente no setor ofensivo, que foi o calcanhar de aquiles em momentos duros do último ano, mas ganhou bons reforços como Neílton, Rafael Sóbis e Guerrero.

Odair deve manter o 4-2-3-1 que terminou a última temporada mas tem uma série de opções desta vez para remontar o time se desejar.

A princípio, os primeiros sinais de Odair são da manutenção do sistema que terminou a última temporada. D’Alessandro, ídolo histórico e que foi importante em 2018 deve perder espaço ainda que o elenco não tenha pronto um meia da mesma envergadura. Rafael Sóbis, Neílton e Nico Lopez podem fazer o papel de jogar por dentro, atrás do centroavante. Outra alternativa com Rithely e Lindoso no elenco é retornar ao 4-3-3/4-1-4-1 ganhando força física no meio e liberando mais os homens de frente.

Assim como no ano passado, o Internacional não parece pronto para brigar com os principais times/elencos do país. Mas evidentemente começa a temporada mais encorpado e com opções interessantes. A sequência do trabalho pode ser o segredo para “surpreender” mais uma vez.

TÉCNICO: Odair Hellman (no comando desde janeiro de 2018)

CHEGARAM: Bruno (LD – Bahia), Rodrigo Lindoso (V – Botafogo), Matheus Galdezani (V – Coritiba), Rafael Sóbis (A – Cruzeiro), Neílton (A – Vitória), Guilherme Parede (A – Coritiba) e Tréllez (A – São Paulo).

SAÍRAM: Fabiano (LD – Palmeiras), Léo Ortiz (Z – Red Bull), Thalles (Z – Vitória), Ernando (Z – Bahia), Gabriel Dias (V – Fortaleza), Charles (V – Sport), Gustavo Ferrareis (M – Botafogo), Leandro Damião (A – Kawasaki Frontale-JAP), Rossi (A – Shenzen FC-CHI) e Luis Felipe (A – Fluminense).

A PROMESSA: Sarrafiore (M – 21 anos). Teve apenas uma oportunidade na última temporada mas pode usar o estadual para alavancar espaço no elenco de Odair Hellman em 2019. O meia canhoto tem técnica apurada e pode ser opção em um time que corre muito mas pensa pouco.

(Em 2018 a aposta foi Charles, que jogou apenas sete partidas na temporada. Vai atuar pelo Sport, por empréstimo.)

FIQUE DE OLHO: Rodrigo Dourado (V – 24 anos). Depois de um ano em baixa, Dourado voltou com tudo em 2018. Foi o principal jogador do Internacional e se repetir o desempenho nesta temporada deve ficar pouco tempo no Brasil. Volante moderno de ótima leitura de jogo e excelente saída de bola.

EM 2019: Campeonato Gaúcho (briga pelo título), Copa Libertadores (oitavas de final), Copa do Brasil (quartas de final) e Campeonato Brasileiro (vaga na Libertadores).

AS APOSTAS DO BLOG EM 2018 (em negrito os acertos): Campeonato Gaúcho (favorito ao título), Copa do Brasil (oitavas de final) e Campeonato Brasileiro (meio de tabela).

Marcação Tática
Pré-Temporada: Grêmio
17 janeiro, 2019
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Segundo time com o trabalho mais longo entre os que iniciam a Série A nesta temporada, o Grêmio aposta na mesma fórmula de sucesso dos últimos anos para seguir entre as melhores equipes do país. Manutenção da base, espaço para jogadores jovens e tentativa de recuperação de jogadores em baixa. Tudo isso ainda nas mãos de Renato Gaúcho.

A permanência do treinador apesar da tentativa do Flamengo de levá-lo para o Rio de Janeiro, talvez seja a principal notícia do Grêmio para 2019. Renato além de conhecer muito bem o clube e o elenco, tem o respeito da torcida e dos jogadores. Fundamental para seguir desenvolvendo o trabalho.

Apesar da enorme baixa no gol com a saída de Marcelo Grohe, o time conseguiu sustentar o assédio por Kannemann e reforçou o ataque com Montoya e Vizeu, que chegam com status de titulares. Resta saber se Everton conseguirá sustentar o excelente desempenho do último ano e se Luan vai recuperar o melhor do seu futebol após quase deixar o clube em troca envolvendo Thiago Neves.

Grêmio mantém base e estrutura da última temporada. Se ganhou qualidade na frente, perde em segurança sem Marcelo Grohe.

Apesar de conseguir boas vendas nos últimos anos, a exemplo do Cruzeiro o Grêmio também está abaixo dos principais rivais em termos financeiros e sente dificuldades no mercado. Mas como nos últimos anos, conseguiu boas soluções. E o mais importante: aposta também na manutenção da linha de trabalho, o que equipes com mais dinheiro como Flamengo e Palmeiras ainda não conseguiram fazer.

Renato Gaúcho já provou que é capaz de tirar o máximo do elenco gremista. Mesmo quando foi obrigado a usar time reserva, conseguiu fazer o seu time manter um padrão de jogo, que durante boa parte dos últimos anos foi o mais agradável de ser ver no país. Impossível tirar o Grêmio de qualquer briga enquanto tudo continuar como está.

TÉCNICO: Renato Gaúcho (no comando desde setembro de 2016)

CHEGARAM: Júlio César (G – Fluminense), Rafael Thyere (Z – Chapecoense), Rômulo (V – Flamengo), Montoya (M – Cruz Azul-MEX), Joanderson (A – Criciúma) e Felipe Vizeu (A – Udinese-ITA).

SAÍRAM: Marcelo Grohe (G – Al Ittihad-ARA), Bruno Grassi (G – Criciúma), Bressan (Z – FC Dallas-EUA), Ramiro (M – Corinthians) e Douglas (M – Sem Clube).

A PROMESSA: Matheus Henrique (V – 21 anos). Ainda que com características diferentes, pode ser o substituto de Arthur no time gremista. Capacidade para atuar como meia também. Perde na dinâmica mas chega melhor à frente do que o antigo dono da posição.

(Em 2018 a aposta foi Jean Pyerre, que jogou 15 jogos e marcou três gols. Ainda é visto no clube como uma potencial promessa e seguirá tendo chances com Renato.)

FIQUE DE OLHO: Luan (A – 25 anos). Colocado no mercado na última janela, precisa reencontrar o futebol que o fez Rei da América em 2017. Não parece tão confortável no clube mas tem todas as condições para se recuperar.

EM 2019: Campeonato Gaúcho (favorito ao título), Copa Libertadores (quartas de final), Copa do Brasil (briga pelo título) e Campeonato Brasileiro (vaga na Libertadores).

AS APOSTAS DO BLOG EM 2018 (em negrito os acertos):  
Campeonato Gaúcho (briga pelo título), Libertadores (quartas de final), Copa do Brasil (briga pelo título) e Campeonato Brasileiro (briga por vaga na Libertadores).

Marcação Tática
Pré-Temporada: Goiás
16 janeiro, 2019
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Depois de três anos na Série A o Goiás não parece ter voltado para a elite disposto a brincadeiras. Dos quatro que acenderam na última temporada, foi a equipe que buscou os melhores reforços até aqui. Em geral, ao contrário dos concorrentes, o Esmeraldino foi atrás de jogadores com rodagem e costume de disputar a competição mais importante do país.

Com tradição e boa estrutura, o Goiás chama a atenção até aqui no mercado de transferências. Dentro da capacidade financeira, principalmente considerando o tempo que ficou distante da primeira divisão, achou bons nomes no mercado para oferecer ao promissor Maurício Barbieri, que vai encarar um desafio diferente após a boa passagem pelo Flamengo.

É evidente que é difícil para um time que subiu na última temporada ter pretensões maiores do que permanecer entre os 20 melhores times do país. Mas em um Campeonato tão equilibrado, é possível imaginar que um bom trabalho pode levar o Goiás a vôos mais altos já em 2019.

Primeiras escalações de Barbieri na temporada indicam time ofensivo para começar 2019.

É claro que o sistema defensivo ainda parece precisar de reforços nas laterais e na zaga. E que os sinais iniciais deixados por Maurício Barbieri deixam algumas dúvidas. Será possível repetir o 4-1-4-1/4-3-3 dos tempos de Flamengo com apenas um volante? Talvez seja preciso buscar um caminho mais seguro no Campeonato Brasileiro.

Fato é que o Goiás não parece ter voltado para brincar. Se cumprir o planejamento sem tentar mudar a rota no primeiro tropeço, está entre os meus principais favoritos para surpreender em 2019.

TÉCNICO: Maurício Barbieri (no comando desde janeiro de 2019)

CHEGARAM: Maurício Barbieri (T – Sem Clube), Sidão (G – São Paulo), Kevin (LD – Guarani), Rafael Vaz (Z – Universidad-CHI), Yago (Z – Botafogo), Loyola (LE – Melgar-PER), Geovane (V – Vila Nova-GO), Renatinho (M – Botafogo), Marlone (M – Sport), Marcinho (A – Athletico), Júnior Brandão (A – Atlético-GO), Brenner (A – Botafogo) e Leandro Barcia (A – Nacional-URU).

SAÍRAM: Ney Franco (T – Sem Clube), Paulo Henrique (G – Cuiabá), Victor Ramos (Z – Guarani), Edcarlos (Z – Vitória), Breno (Le – Figueirense), Ernandes (LE – Sem Clube), Felipe Gedoz (M – Athletico), Giovanni (M – Coritiba), Renato Cajá (M – Sem Clube), Maranhão (A – Fluminense), Júnior Viçosa (A – América-MG), Felipe Garcia (A – Nagoya Grampus-JAP), Robinho (A – Náutico), Tiago Luis (A – São Bento) e Lucão (A – Sem Clube).

A PROMESSA: Jefferson (LE – 22 anos) – Com passagem pela seleção brasileira sub-20, já ganhou oportunidades na última temporada como titular da posição. Nesta temporada, terá que disputar a posição com um jogador da seleção peruana, mas pode seguir ganhando espaço no time pelo estilo ofensivo.

FIQUE DE OLHO: Marlone (M – 26 anos) – Alternou mais uma vez altos e baixos na última temporada. Aos 26 anos, chega como um dos principais jogadores do Goiás para a temporada e precisa provar que está pronto, inclusive para fazer várias funções no meio como gosta Barbieri.

EM 2019: Campeonato Goiano (favorito ao título), Copa do Brasil (terceira fase) e Campeonato Brasileiro (meio de tabela).

Marcação Tática
Pré-Temporada: Fortaleza
15 janeiro, 2019
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Campeão da última Série B o Fortaleza deixa dúvidas para 2019. Rogério Ceni mostrou-se um técnico moderno na passagem pelo São Paulo e também na divisão de acesso. Mas saberá jogar de outras formas em um nível que será mais difícil competir? O tricolor que gostava de ter a bola e controlar as partidas no ano passado provavelmente terá que lidar com os jogos de forma diferente este ano. Ou pode acabar sofrendo ainda mais.

Na montagem do time, algumas apostas já deixam sinais de que a intenção é mudar aos poucos. Ceni já falou sobre ter um time mais rápido em 2019. Apostar nas transições pode ser o caminho mesmo que não seja o ponto ideal de jogo do comandante. De positivo, foram poucas baixas em relação ao time da última temporada e transformar aos poucos a ideia de jogo não deve deixar o caminho tão árduo.

Dos que subiram no ano passado, ao lado do Goiás o Fortaleza é o que começa o ano mais estruturado para pensar em Campeonato Brasileiro. É claro que o time ainda deve passar por mudanças ao longo dos primeiros meses e que reforços devem chegar após os estaduais, mas já há uma base capaz de competir. Ponto positivo. Há uma lacuna na zaga que precisa ser corrigida.

Primeiros sinais de Ceni são de time no 4-3-3: muita pegada no meio e velocidade nas pontas para usar transições na Série A.

Como já falamos para outros clubes, o mais importante é ter noção do tamanho das pernas na hora de avaliar o trabalho. É natural que jogadores, dirigentes e treinadores em seus discursos para o público tratem o ano como uma disputa por títulos e glórias. A realidade é mais dura. É preciso competir e saber enfrentar os jogos que vem pela frente.

A permanência de Rogério Ceni é uma excelente notícia para 2019. Mas para o planejamento ter sucesso é importante que o clube saiba os riscos que corre com um técnico com suas ideias. E também que o treinador entenda que é preciso adaptar modelo para jogar em nível mais alto. Assim, o Fortaleza pode ter voltado para ficar.

TÉCNICO: Rogério Ceni (no comando desde novembro de 2017)

CHEGARAM: Felipe Alves (G – Athletico), Diego (LD – Athletico), Patrick (Z – Oeste), Carlinhos (LE – América), Romero (V – Nacional-URU), Paulo Roberto (V – Corinthians), Mádson (M – Sem Clube), Júnior Santos (A – Ponte Preta), Edinho (A – Atlético), Matheus Alessandro (A – Fluminense) e Pedro Júnior (A – Kashima Antlers-JAP).

SAÍRAM: Gabriel Félix (G – Vasco), Adalberto (Z – ABC), Ligger (Z – Red Bull Brasil), Diego Jussani (Z – América), Fabinho (LE – Novo Hamburgo), Leonan (LE – Botafogo-SP), Anderson Uchoa (V – Ferroviária), Igor Henrique (V – Ponte Preta), Jean Patrick (V – Grêmio Novorizontino), Nenê Bonilha (V – Veracruz-MEX), Pablo (V – Sem Clube), João Henrique (M – Sem Clube), Wallace (M – Floresta), Wesley (M – Sem Clube), Dodô (M – Atlético),
Douglas Coutinho (A – Athletico), Getterson (A – Pohang Steelers-COR), Marcinho (A – Sem Clube), Minho (A – Paraná), Rodolfo (A – Capivariano), Wilson (A – Mirassol) e Gustavo (A – Corinthians).

A PROMESSA: Gustavo Coutinho (A – 19 anos) – O atacante que balançou as redes três vezes em quatro jogos na Copa São Paulo já chamou a atenção de Rogério Ceni e pode ganhar minutos no time. Quem sabe, está na base o substituto do homônimo, artilheiro da última temporada.

FIQUE DE OLHO: Roger Carvalho (Z – 32 anos). Com boa rodagem de Série A mas com pouca sequência como titular, terá no Fortaleza a chance de mostrar que pode ter a firmeza necessária em um setor com poucas peças. Sua regularidade será fundamental para o treinador ao longo da temporada.

EM 2019: Campeonato Cearense (candidato ao título), Copa do Nordeste (candidato ao título), Copa do Brasil (oitavas de final) e Campeonato Brasileiro (briga contra o rebaixamento).

Marcação Tática
Pré-Temporada: Fluminense
14 janeiro, 2019
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Salvo na última rodada do último Campeonato Brasileiro, o Fluminense vem encarando uma dura realidade. Sofre para manter jogadores e honrar salários e precisa reorganizar a casa se não quiser sofrer novamente nesta temporada. O clube que terminou o ano sem técnico começou 2019 ousando. A aposta em Fernando Diniz é corajosa mas levanta uma série de dúvidas.

Quem acompanha o meu trabalho (no blog ou na rádio) sabe o quanto sou fã do trabalho de Diniz. Num futebol brasileiro que aposta sempre nas mesmices e que normalmente se preocupa apenas com o resultado, ter um treinador que se preocupa com a formação humana e que tenta fazer mais do que simplesmente vencer por 1×0 deveria ser motivo de orgulho. Mas se os resultados não chegam, normalmente a pressão destrói o que há de positivo no trabalho.

Diniz teve no ano passado uma boa experiência no Athletico. Encarou uma realidade de maior pressão e conseguiu levar o time ao sonho e ao pesadelo. Jogou bem, encantou, mas perdeu resultados e foi para a zona do rebaixamento. Nunca abriu mão dos seus conceitos. Tiago Nunes pegou o time depois, manteve o que havia de bom mas facilitou alguns processos para fazer o time jogar melhor e terminar o ano com o título da Sul-Americana.

Fernando Diniz deve apostar no esquema com três zagueiros ao longo da temporada, mas primeiras escalações mostram Flu no 4-2-3-1.

No Fluminense com poucos reforços empolgantes até aqui e com algumas baixas importantes, é certo que Diniz não vai deixar de lado o jogo que acredita. Mas precisa saber dosar, mostrar que aprendeu com as lições dos últimos trabalhos. Só assim conseguirá produzir algo de longo prazo, o que seu estilo exige.

Para o Fluminense, cabeça no lugar antes de tomar quaisquer decisões daqui em diante vai ser fundamental. Para o futuro do clube, importante também não deixar de apostar alto em Xerém, que pode ser a salvação financeira.

TÉCNICO: Fernando Diniz (no comando desde janeiro de 2019)

CHEGARAM: Fernando Diniz (T – Sem Clube), Agenor (G – Guarani), Ezequiel (LD – Cruzeiro), Matheus Ferraz (Z – América), Mascarenhas (LE – Atlético-GO), Bruno Silva (V – Cruzeiro), Luiz Fernando (V – Minesota United-EUA), Caio Henrique (M – Paraná), Mateus Gonçalves (A – Sport), Luis Felipe (A – Internacional) e Yoni Gonzalez (A – Júnior Barranquilla-COL).

SAÍRAM: Júlio César (G – Grêmio), De Amores (G – Sem Clube), Léo (LD – Sem Clube), Gum (Z – Sem Clube), Ayrton Lucas (LE – Spartak Moscow-RUS), Richard (V – Corinthians), Fernando Neto (V – Paraná), Jádson (V – Cruzeiro), Sornoza (M – Corinthians), Felipe Amorim (M – Guarani), Kayke (A – Yokohama Marinos-JAP), Matheus Alessandro (A – Fortaleza), Ramon (A – CSA), Marcos Júnior (A – Yokohama Marinos-JAP), Júnior Dutra (A – Al Nasr-EAU) e Bryan Cabezas (A – Emelec-EQU).

A PROMESSA: Ibañez (Z – 20 anos). Se firmou como titular ao longo da última temporada e pela velocidade deve ser o escolhido frequente de Diniz para o setor em 2019, principalmente caso opte pelo esquema com três zagueiros. Tem potencial de mercado e vai ser importante para o time em 2019.

(Em 2018 a aposta foi Douglas que acabou vendido para o Corinthians onde não conseguiu ainda se firmar como titular.)

FIQUE DE OLHO: Pedro (A – 21 anos). Foi a sugestão de aposta em 2017 e teve um 2018 brilhante até se machucar. Se repetir o desempenho quando voltar e estiver à disposição de Fernando Diniz, deve ter vida curta nas Laranjeiras.

EM 2019: Campeonato Carioca (corre por fora), Copa Sul-Americana (terceira fase), Copa do Brasil (oitavas de final) e Campeonato Brasileiro (meio de tabela).

AS APOSTAS DO BLOG EM 2018 (em negrito os acertos):  Campeonato Carioca (corre por fora), Sul-Americana (segunda fase), Copa do Brasil (terceira fase) e Campeonato Brasileiro (briga contra o rebaixamento) .