Opinião
A arbitragem que decide jogos e os clubes que merecem
27 Março, 2017
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Na última semana, no mesmo dia em que a seleção brasileira goleava e confirmava o crescimento com Tite, a CBF dava um duro golpe no futebol brasileiro. A manobra que mudou o colégio eleitoral serviu apenas para a entidade seguir mantendo o controle sobre a votação e se perpetuar no poder como faz há anos. Passada quase uma semana, nenhuma manifestação oficial contrária de clube algum.

 

luis No último fim de semana, a arbitragem foi protagonista nos clássicos estaduais.

 

Em São Paulo, Vinicius Furlan não agradou a nenhum dos dois lados. Muito mal nos critérios, deixou de expulsar jogadores e perdeu completamente o controle do jogo. Aliviou para Cícero, Wellington Nem e Pablo. Acabou expulsando o atacante do São Paulo por um lance onde nada aconteceu.

 

No Rio (ou em Brasília) foi de mal a pior. Luiz Antônio Silva Santos, o indefectível Índio, definiu o placar no Mané Garrincha. Ainda que tenha acertado na expulsão de Luis Fabiano, mesmo que possa ter exagerado na reação, ofereceu o empate ao Vasco ao marcar um pênalti absurdo nos minutos finais do jogo. É o típico lance onde a arbitragem decide pois não dá chance de recuperação.

 

Clubes vão reclamar, vão provocar uns aos outros em redes sociais mas não tomarão nenhuma medida séria. Enquanto nos escritórios da CBF e das Federações a única preocupação é manter o poder, os times seguirão sofrendo com estes e outros problemas. Se não fazem nada, merecem o que tem.

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