Opinião
Conmebol pega mais pesado com quem tem menos prestígio
19 maio, 2017
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Raúl Martínez/EFE

A punição divulgada hoje ao Peñarol após as confusões em seu estádio no jogo contra o Palmeiras chega a ser surreal. Um jogo de portas fechadas e multa de 150 mil dólares. Saiu de graça. Para o visitante, a mão foi mais pesada. Seis jogos de suspensão para Felipe Melo e três partidas sem a presença da torcida em jogos longe de São Paulo.

 

Não é a primeira vez que há enorme desigualdade em punições aplicadas pela Conmebol. Não é difícil entender porque os clubes brasileiros andam tão sem prestígio por lá.

Como esperar força política de uma federação que tem um presidente que não pode viajar? É evidente que o Brasil anda cada vez mais fraco na Conmebol e o mesmo vai se passar em outras esferas. É claro que é possível se relacionar e participar politicamente de decisões da entidade à distância. Mas marcar presença para defender seus filiados certamente seria muito mais efetivo.

 

Marco Polo Del Nero não pode entrar em um avião com medo do FBI. Clubes que apoiam que ele siga como presidente da CBF não podem reclamar.

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